quarta-feira, 30 de abril de 2008

A nossa cidade





Guimarães cidade “Património Mundial da Humanidade”, soube nas últimas décadas potenciar as suas referências e importância histórica, levando a cabo um vasto programa de reabilitação urbana, recompondo e valorizando a traça dos monumentos, ruas e praças da sua origem medieval. É hoje possível, graças a esse sentido empreendedor, oferecer aos seus habitantes e aos muitos milhares de turistas nacionais e estrangeiros que nos visitam, o cenário vivo de um verdadeiro fresco da história portuguesa, numa cidade que soube também traçar rotas de futuro, como centro urbanístico e pólo industrial reconhecido como centro da região do Vale do Ave.

NOTA: As informações e hiperligações referentes ao roteiro desportivo encontram-se publicadas no mês de Janeiro. Por sua vez, as informações e hiperligações respectivas ao roteiro nocturno/hoteleiro encontram-se publicadas no mês de Fevereiro. Por último, no que respeita ao roteiro artístico, as informações e hiperligações encontram-se presentes no mês de Abril.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Museus na cidade de Guimarães

Museu de Alberto Sampaio
Criado em 1928 para albergar as colecções da extinta Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e de outras igrejas e conventos da região de Guimarães, que até então estavam na posse do Estado. Este museu possui importantes colecções de escultura que cobrem o período medieval e renascentista até ao século XVIII, bem como colecções de ourivesaria e pintura.
Rua Alfredo Guimarães - Guimarães
Tlf. : 253 423910 Fax.: 253 423919 E-mail: masampaio@ipmuseus.pt
Horário: de Janeiro a Junho e de Setembro a Dezembro 10h - 18hJulho e
Agosto 10h - 24h Encerrado às Segundas

Museu Arqueológico Martins Sarmento
Referência importante da cultura castreja, onde é possível observar colecções arqueológicas, secções de escultura antiga, epigrafia latina, peças pré e proto-históricas, numismática, medalhística.
Rua Paio Galvão - Guimarães
Tlf. : 253 415969 Fax.: 253 415969
Horário: 09h30 – 12h00 / 14h00 – 17h00 Encerrado às Segundas e Feriados

Museu da Cultura Castreja
O Museu da Cultura Castreja está instalado no Solar da Ponte, propriedade da Sociedade Martins Sarmento.Este museu, considerado o primeiro espaço dedicado à cultura castreja, autóctone, matriz cultural desta faixa atlântica da Península Ibérica, constitui, também, uma homenagem ao investigador Francisco Martins Sarmento.
S. Salvador de Briteiros - Guimarães
Horário: 09h30 – 12h00 / 14h00 – 17h00Encerrado às segundas e feriados.

Museu de Arte Primitiva Moderna
Instalado num edifício do século XIV, outrora Paços do Concelho, este museu oferece aos seus visitantes obras de renome internacional da denominada “Pintura Naïf".
Largo da Oliveira - Guimarães
Tlf. .: 253 414186 Fax.: 253 515134
Horário: 09h00 – 12h30 / 14h00 – 17h30 Encerrado aos Sábados, Domingos e Feriados

Museu da Agricultura de Fermentões
Situado na freguesia de Fermentões que fica a cerca de 4 km do centro da cidade, este museu possui diversas salas onde podem ser apreciadas peças ligadas ao trabalho e à vida agrícola da região: tanoaria, ferreiro, linho, moinhos de água.

Rua Nossa Senhora de Fátima, Fermentões - Guimarães
Tlf. : 253 557453
Horário: 09h00 - 12h00 / 14h00 - 17h00

Museu da Vila de S. Torcato
Este Museu situa-se na freguesia de S. Torcato, a cerca de 5 km do centro da cidade.Possui um espólio muito diversificado ligado à vivência da região, ao culto do seu patrono São Torcato ou ao seu Mosteiro: alfaias sacras, peças ouriversaria.
Rua Comendador Pimenta Machado, 77, São Torcato - Guimarães
Tlf. : 235 551150 Fax.: 253 553204 Horário: 10h00 - 12h30 / 14h00 - 18h00 Encerrado aos Sábados, Domingos e Feriados


Sala Museu José de Guimarães

Exposição permanente do pintor e escultor vimaranense patente numa das salas térreas do Paço dos Duques de Bragança, onde é possível admirar um conjunto de obras que José de Guimarães doou à sua cidade natal.

Rua Conde D. Henrique Tel.: 253 412273 Horário: Julho e Agosto 09h30 – 18h30 Setembro a Junho 09h30 -12h30 / 14h00 - 17h00

terça-feira, 22 de abril de 2008

Centro Cultural De Vila Flor

Edificado no século XVIII, por ordem do fidalgo vimaranense Tadeu Luís António Lopes de Carvalho de Fonseca e Camões, acabou por ser comprado pelos Condes de Arrochela. Sendo passado à Câmara Municipal que ali instalou, inicialmente, o Pólo de Guimarães da Universidade do Minho e, numa segunda fase, a Academia de música, uma oficina de teatro, um organismo universitário, salas de formação profissional... Apenas se mantiveram intactos os jardins de buxo, que se desenvolvem em socalcos junto à fachada norte do palácio.
Nos dias de hoje, tem-se procurado explorar todo o tipo de ofertas culturais, investindo numa forte componente educativa, virada sobretudo para os mais novos. Para completar a oferta do Centro Cultural foi construído, junto do edifício setecentista, um novo espaço onde se procurou uma fusão harmoniosa de estilos. Existem agora, à disposição dos interessados, dois auditórios com 800 e 200 lugares, salas de reuniões, área expositiva, restaurante, café... dotado com equipamentos de tecnologia de ponta, o Centro disponibiliza serviços diversos que abrangem todas as áreas do audiovisual.

http://www.aoficina.pt/html/pagina_topicos.php?topic_id=30

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Citânia de Briteiros

As ruínas da Citânia de Briteiros só começaram a ser estudadas a partir de 1875, quando Martins Sarmento aí realizou os primeiros trabalhos arqueológicos. As suas origens remontam à Idade do Bronze Final e desenvolveram-se ao longo da Idade do Ferro. Este amplo povoado foi implantado num relevo granítico em esporão, debruçado sobre o vale do Ave. O esporão beneficia de excelentes condições de defesa natural, porém o que mais se destaca é o sei posicionamento geo- estratégico. Este, assegurava o acesso ás terras férteis do vale e ás pastagens dos relevos que se estendem até à cumeada da Falperra – Sameiro.

Um aspecto importante que deve ser focado é a importância da Citânia omo núcleo de produção metalúrgica. Um objecto frequente, produzindo na Citânia, a julgar pelos fragmentos recolhidos nas sondagens feitas em 2002, seriam caldeirões, talvez utilizados nas refeições.

Informações:

tel. +351 253518790 (posto de turismo Pç. S.Tiago)

tel. +351 253412450 (posto de turismo da Alameda)

tel. +351 253518394 (Zona de turismo de Guimarães)

fax. +351253515134


Pedra de Trajado e Termas das Taipas

A vila de Caldas das Taipas foi desde sempre um movimentado e dinâmico local de passagem e uma boa opção para uma paragem, já que dispõe de várias atracções, entre as quais se destaca uma antiga estância termal.
A utilização terapêutica das suas águas remonta ao Império Romano. A comprová-lo, podemos encontrar, junto à Igreja Matriz da vila, um enorme bloco de granito - Pedra ou Ara de Trajano, com uma extensa inscrição em latim dedicada ao imperador romano Trajano Augusto, denunciando a procura e utilização, durante a época imperial, destas águas medicinais.
A poucos quilómetros do centro da vila estão localizadas as estações arqueológicas do Castro de Sabroso e da Citânia de Briteiros, constituindo-se, sobretudo esta última, como um dos mais significativos exemplos de "Cultura Castreja" do nosso país e prova exemplar da existência de povoados pré-romanos nesta região.
Dispõe ainda de um parque junto ao rio, abundantemente arborizado, com várias infra-estruturas desportivas e de lazer: courts de ténis, piscinas, circuito de manutenção, parque de campismo e praia fluvial.
A indústria, nomeadamente a das Cutelarias, está fortemente implantada nesta vila sendo simultaneamente um dos seus principais cartões-de-visita e importante factor de desenvolvimento.

Igreja de S. Torcato

A igreja de S. Torcato é um templo românico, produto de várias fases construtivas, ao longo de praticamente quatro séculos (X – XIII). Contudo o seu interesse está relacionado com o espólio pré – românico. As campanhas arqueológicas dos anos 80 do século passado, que fazem situar a ocupação nos primeiros tempos da idade média, permitiram destacar elementos pré – românicos de importância significativa, definindo-se este monumento como um dos mais emblemáticos testemunhos da arte visigótica do norte do país.

Igreja de S. Domingos

Com origens no século XIII, o templo foi sujeito a grandes reformas nos séculos XVIII e XIX. Em 1770 foi desmontado o portal ogival para dar lugar ao pórtico barroco que a igreja actualmente ostenta. No interior desta salienta-se o retábulo-mor de influência neoclássica, assim como a rosácea do século XIX. O claustro encontra-se classificado como Monumento Nacional e a igreja como Imóvel de Interesse Público.
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