quarta-feira, 30 de abril de 2008

A nossa cidade





Guimarães cidade “Património Mundial da Humanidade”, soube nas últimas décadas potenciar as suas referências e importância histórica, levando a cabo um vasto programa de reabilitação urbana, recompondo e valorizando a traça dos monumentos, ruas e praças da sua origem medieval. É hoje possível, graças a esse sentido empreendedor, oferecer aos seus habitantes e aos muitos milhares de turistas nacionais e estrangeiros que nos visitam, o cenário vivo de um verdadeiro fresco da história portuguesa, numa cidade que soube também traçar rotas de futuro, como centro urbanístico e pólo industrial reconhecido como centro da região do Vale do Ave.

NOTA: As informações e hiperligações referentes ao roteiro desportivo encontram-se publicadas no mês de Janeiro. Por sua vez, as informações e hiperligações respectivas ao roteiro nocturno/hoteleiro encontram-se publicadas no mês de Fevereiro. Por último, no que respeita ao roteiro artístico, as informações e hiperligações encontram-se presentes no mês de Abril.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Museus na cidade de Guimarães

Museu de Alberto Sampaio
Criado em 1928 para albergar as colecções da extinta Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira e de outras igrejas e conventos da região de Guimarães, que até então estavam na posse do Estado. Este museu possui importantes colecções de escultura que cobrem o período medieval e renascentista até ao século XVIII, bem como colecções de ourivesaria e pintura.
Rua Alfredo Guimarães - Guimarães
Tlf. : 253 423910 Fax.: 253 423919 E-mail: masampaio@ipmuseus.pt
Horário: de Janeiro a Junho e de Setembro a Dezembro 10h - 18hJulho e
Agosto 10h - 24h Encerrado às Segundas

Museu Arqueológico Martins Sarmento
Referência importante da cultura castreja, onde é possível observar colecções arqueológicas, secções de escultura antiga, epigrafia latina, peças pré e proto-históricas, numismática, medalhística.
Rua Paio Galvão - Guimarães
Tlf. : 253 415969 Fax.: 253 415969
Horário: 09h30 – 12h00 / 14h00 – 17h00 Encerrado às Segundas e Feriados

Museu da Cultura Castreja
O Museu da Cultura Castreja está instalado no Solar da Ponte, propriedade da Sociedade Martins Sarmento.Este museu, considerado o primeiro espaço dedicado à cultura castreja, autóctone, matriz cultural desta faixa atlântica da Península Ibérica, constitui, também, uma homenagem ao investigador Francisco Martins Sarmento.
S. Salvador de Briteiros - Guimarães
Horário: 09h30 – 12h00 / 14h00 – 17h00Encerrado às segundas e feriados.

Museu de Arte Primitiva Moderna
Instalado num edifício do século XIV, outrora Paços do Concelho, este museu oferece aos seus visitantes obras de renome internacional da denominada “Pintura Naïf".
Largo da Oliveira - Guimarães
Tlf. .: 253 414186 Fax.: 253 515134
Horário: 09h00 – 12h30 / 14h00 – 17h30 Encerrado aos Sábados, Domingos e Feriados

Museu da Agricultura de Fermentões
Situado na freguesia de Fermentões que fica a cerca de 4 km do centro da cidade, este museu possui diversas salas onde podem ser apreciadas peças ligadas ao trabalho e à vida agrícola da região: tanoaria, ferreiro, linho, moinhos de água.

Rua Nossa Senhora de Fátima, Fermentões - Guimarães
Tlf. : 253 557453
Horário: 09h00 - 12h00 / 14h00 - 17h00

Museu da Vila de S. Torcato
Este Museu situa-se na freguesia de S. Torcato, a cerca de 5 km do centro da cidade.Possui um espólio muito diversificado ligado à vivência da região, ao culto do seu patrono São Torcato ou ao seu Mosteiro: alfaias sacras, peças ouriversaria.
Rua Comendador Pimenta Machado, 77, São Torcato - Guimarães
Tlf. : 235 551150 Fax.: 253 553204 Horário: 10h00 - 12h30 / 14h00 - 18h00 Encerrado aos Sábados, Domingos e Feriados


Sala Museu José de Guimarães

Exposição permanente do pintor e escultor vimaranense patente numa das salas térreas do Paço dos Duques de Bragança, onde é possível admirar um conjunto de obras que José de Guimarães doou à sua cidade natal.

Rua Conde D. Henrique Tel.: 253 412273 Horário: Julho e Agosto 09h30 – 18h30 Setembro a Junho 09h30 -12h30 / 14h00 - 17h00

terça-feira, 22 de abril de 2008

Centro Cultural De Vila Flor

Edificado no século XVIII, por ordem do fidalgo vimaranense Tadeu Luís António Lopes de Carvalho de Fonseca e Camões, acabou por ser comprado pelos Condes de Arrochela. Sendo passado à Câmara Municipal que ali instalou, inicialmente, o Pólo de Guimarães da Universidade do Minho e, numa segunda fase, a Academia de música, uma oficina de teatro, um organismo universitário, salas de formação profissional... Apenas se mantiveram intactos os jardins de buxo, que se desenvolvem em socalcos junto à fachada norte do palácio.
Nos dias de hoje, tem-se procurado explorar todo o tipo de ofertas culturais, investindo numa forte componente educativa, virada sobretudo para os mais novos. Para completar a oferta do Centro Cultural foi construído, junto do edifício setecentista, um novo espaço onde se procurou uma fusão harmoniosa de estilos. Existem agora, à disposição dos interessados, dois auditórios com 800 e 200 lugares, salas de reuniões, área expositiva, restaurante, café... dotado com equipamentos de tecnologia de ponta, o Centro disponibiliza serviços diversos que abrangem todas as áreas do audiovisual.

http://www.aoficina.pt/html/pagina_topicos.php?topic_id=30

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Citânia de Briteiros

As ruínas da Citânia de Briteiros só começaram a ser estudadas a partir de 1875, quando Martins Sarmento aí realizou os primeiros trabalhos arqueológicos. As suas origens remontam à Idade do Bronze Final e desenvolveram-se ao longo da Idade do Ferro. Este amplo povoado foi implantado num relevo granítico em esporão, debruçado sobre o vale do Ave. O esporão beneficia de excelentes condições de defesa natural, porém o que mais se destaca é o sei posicionamento geo- estratégico. Este, assegurava o acesso ás terras férteis do vale e ás pastagens dos relevos que se estendem até à cumeada da Falperra – Sameiro.

Um aspecto importante que deve ser focado é a importância da Citânia omo núcleo de produção metalúrgica. Um objecto frequente, produzindo na Citânia, a julgar pelos fragmentos recolhidos nas sondagens feitas em 2002, seriam caldeirões, talvez utilizados nas refeições.

Informações:

tel. +351 253518790 (posto de turismo Pç. S.Tiago)

tel. +351 253412450 (posto de turismo da Alameda)

tel. +351 253518394 (Zona de turismo de Guimarães)

fax. +351253515134


Pedra de Trajado e Termas das Taipas

A vila de Caldas das Taipas foi desde sempre um movimentado e dinâmico local de passagem e uma boa opção para uma paragem, já que dispõe de várias atracções, entre as quais se destaca uma antiga estância termal.
A utilização terapêutica das suas águas remonta ao Império Romano. A comprová-lo, podemos encontrar, junto à Igreja Matriz da vila, um enorme bloco de granito - Pedra ou Ara de Trajano, com uma extensa inscrição em latim dedicada ao imperador romano Trajano Augusto, denunciando a procura e utilização, durante a época imperial, destas águas medicinais.
A poucos quilómetros do centro da vila estão localizadas as estações arqueológicas do Castro de Sabroso e da Citânia de Briteiros, constituindo-se, sobretudo esta última, como um dos mais significativos exemplos de "Cultura Castreja" do nosso país e prova exemplar da existência de povoados pré-romanos nesta região.
Dispõe ainda de um parque junto ao rio, abundantemente arborizado, com várias infra-estruturas desportivas e de lazer: courts de ténis, piscinas, circuito de manutenção, parque de campismo e praia fluvial.
A indústria, nomeadamente a das Cutelarias, está fortemente implantada nesta vila sendo simultaneamente um dos seus principais cartões-de-visita e importante factor de desenvolvimento.

Igreja de S. Torcato

A igreja de S. Torcato é um templo românico, produto de várias fases construtivas, ao longo de praticamente quatro séculos (X – XIII). Contudo o seu interesse está relacionado com o espólio pré – românico. As campanhas arqueológicas dos anos 80 do século passado, que fazem situar a ocupação nos primeiros tempos da idade média, permitiram destacar elementos pré – românicos de importância significativa, definindo-se este monumento como um dos mais emblemáticos testemunhos da arte visigótica do norte do país.

Igreja de S. Domingos

Com origens no século XIII, o templo foi sujeito a grandes reformas nos séculos XVIII e XIX. Em 1770 foi desmontado o portal ogival para dar lugar ao pórtico barroco que a igreja actualmente ostenta. No interior desta salienta-se o retábulo-mor de influência neoclássica, assim como a rosácea do século XIX. O claustro encontra-se classificado como Monumento Nacional e a igreja como Imóvel de Interesse Público.
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Igreja da Oliveira e Padrão do Salado

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Foi mandada reedificar pelo rei D. João I, no século XIV, em consequência de uma promessa feita à Virgem Maria pela sua vitória na batalha de Aljubarrota. É uma igreja românica que Contém na sala do capítulo e em duas alas do claustro, elementos românico-mudéjares, que constituem o melhor conjunto deste estilo, em granito, em todo o país. Possui o único conjunto de pintura gótica de tecto em Portugal, em que transparece uma influência italo-bizantina e salienta-se ainda o cadeiral seiscentista com espaldares neoclássicos.
O Padrão do Salado foi um monumento mandado erguer por D. Afonso IV no século XIV para comemorar a sua vitória, obtida na Batalha do Salado.

Mosteiro da Costa

No cimo do Monte da Penha, nos arredores da cidade de Guimarães, situa-se o Mosteiro de Santa Marinha da Costa, sobressaindo da grande beleza florestal que o envolve.Em 1985, no sentido de converter as instalações deste cenóbio dos arredores de Guimarães numa das mais encantadoras pousadas de Portugal.A igreja monástica é antecedida por uma elegante escadaria setecentista do Barroco Joanino em granito, constituída por vários lances e sucessivos patamares, protegidos por gracioso corrimão de balaústres com pirâmides decorativas. Transpostas estas escadarias abre-se um largo terreiro para a fachada da igreja. De linhas rocaille , a igreja é imponente e apresenta movimentada volumetria arquitectónica, jogo dinâmico reforçado pelos elementos escultóricos nela inseridos. O portal nobre é uma aparatosa composição arquitectónica de linhas recortadas e ondeadas, volumetria que se estende ao andar superior e ao remate da empena, ladeado por balaustrada com urnas. No meio da profusa decoração rocaille da fachada, destacam-se as esculturas de vulto em granito, representando a titular, Sta. Marinha, S. Jerónimo e Sta. Paula. O desenho da fachada é realçado pela elevação das torres sineiras laterais, marcadas por ventanas e fogaréus, e ainda por sinuosa cobertura bolbosa.O amplo e equilibrado interior da igreja é enriquecido por um conjunto soberbo de imagens sagradas; enriquecendo os setecentistas retábulos e altares de talha dourada. O rocaille tem a sua maior expressão no coro da igreja e nas volumosas esculturas de madeira que o sustentam, bem assim como no soberbo e silencioso órgão.A capela-mor é coberta por uma fabulosa e harmoniosa abóbada de berço dividida em caixotões, onde se inscrevem belas cartelas relevadas, obra maior da Renascença do Norte de Portugal.Nas traseiras conventuais sobressai a magnífica varanda de S. Jerónimo, composta por cobertura de madeira sustentada por poderosos pilares quadrangulares. As paredes são revestidas por elegantes painéis de azulejos historiados setecentistas, sob os quais correm compridos bancos de pedra. No centro desta varanda, uma bela e refrescante fonte setecentista apresenta tanque de linhas ondeadas e taça superior esculpida.Na cerca antiga do cenóbio estendem-se os jardins desenhados a buxo, uma floresta de carvalhos e de outras espécies arbóreas, assim como os tanques de água fresca e uma zona agrícola de horta e laranjal, introduzindo uma nota de forte apelo ao convívio com a natureza.

domingo, 13 de abril de 2008

Mosteiro de S. Torcato

O Mosteiro de S. Torcato, construído em 1868, pelo arquitecto de origem russa e nacionalidade alemã, Bohnfledt, no qual foram introduzidas posteriormente, alterações pelo arquitecto José Marques da Silva. A obra deste santuário mostra uma téctina de construção em granito de grande rigor e perfeição, tal facto conferiu à região uma enorme tradição na arte da cantaria. O culto a S. Torcato tem sido o motor principal do desenvolvimento da localidade e o crescimento urbanístico, bem como a redefinição dos espaços envolventes ao templo, atraindo milhares de pessoas pela beleza romano-gótica-renascentista do santuário.

O monte da Penha

Guilherme, o eremita, sentou-se numa rocha e descansou. A viagem desdde Roma era longa e cansativa. Limpou o suor da testa e olhou à volta tentando situar-se. estava rodeado por enormes penedos, num lugar inóspito. Decidie que seria ali, no que hoje é o monte da Penha, que ficaria. Debaixo do manto retirou com cuidado a imagem da virgem Maria que trouxera consigo. Encaixou-a entre os rochedos para que fosse adorada pelos fiéis que o procurassem em busca de palavras sábias. Assim conta a lenda, a forma como se iniciou em Setembro de 1702, neste local, a veneração da imagem de Nossa Senhora.
Nos finais do século XIX, os vimaranenses enamoraram-se deste local e começaram a arborizá-lo. Onde há pouco mais de 100 anos não havia qualquer árvore existem hoje mais de 400 espécies catalogadas num verdadeiro hino à natureza. Com o crescimento da importância relogiosa do local, decidiu-se a construção de um templo que a ela fizesse jus, o santuário da Penha.
Nos últimos anos tem crescido o interesse pela utilização desta montanha (pela sua inclinação) para a realização de desportos radicais como escalada, freeride e Downhil (descidas de bicicletas). Guilherme, o eremitão, escolheu um deserto, mas a imagem da Virgem e a vontade dos vimaranenses transformaram-no num oásis.

Visita ao Paço dos Duques

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Horário de Funcionameto:

# 09:30h-12:30 (última entrada às 12:00h)
# 14:00h-17:30 (última entrada às 17:00h)

Encerra o nos feriados de: 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro.
Visitas livres:Bilhete normal: 4 Euros
Jovens entre 15 e 25 anos: 2 Euros
Maiores de 65 anos: 2 Euros
Portadores de deficiência: 2 Euros
Cartão Jovem: 1,60 Euros
Até aos 14 anos: grátis

Visitas guiadas: contactar pelo telf. 253 412 273
Visitas escolares: (ver serviço educativo)

Paço dos Duques de Bragança


O Paço dos Duques de Bragança foi construído no século XV em Guimarães, por D. Afonso, 1º duque de Bragança e o estilo borgunhês deste palácio reflecte os seus gostos, adquiridos nas viagens plea Europa, ainda que o aspecto actual tenha sido recriado durante o estado Novo.O palácio ficou vazio quando a família dos Braganças se mudou para Vila Viçosa (para o paço Ducal de Vila Viçosa). Durante este espaço de tempo, o edificio foi pilhado e perdeun gradualmente a forma original que permanece desconhecida. Em 1933, sob o governo de salazar, foi transformado em residência oficial do presidente, depois da sua controversa recuperação. Algumas salas no seu interior compõem um museu, onde se podem destacar belos tapetes persas, tapeçarias flamengas (sobre as conquistas do norte de África) e pinturas, tais como o impressionante Cordeiro Pascal de Josefa de Óbidos ou o tetrato de Catarina de Bragança. Prestando a habitual homenagem às proezas marítimas dos portugueses , o tecto da sala de banquetes imita o casco virado de uma caravela.
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Igreja de S. Miguel

A Igreja de S. Miguel também conhecidapor Capela de S. Miguel do Castelo, é uma pequena igreja tardo-românica situada na freguesia de oliveira do Castelo, junto do prórpio CAstelo de Guimarães.
Diz a lenda que teria sido aqui baptizado o 1º Rei de portugal, D. Afonso Henriques. Este templo data dséculo XIII e, ainda se encontra conservada no seu interior a pretensa pia baptismal que serviu para tal feito.
Na verdade a Igreja foi mandada construir pela colegiada de Santa Maria do Castelo, tendo sido sagrada pelo primaz de Braga, Silvestre Godinho, em 1239. Pela sua datação o românico já não é perfeito e parece predizer em alguns aspectos a ascensão do gótico.
Ao longo do tempo foi caindo em ruínas, estado em que se encontrava no século XIX, quando a sociedade Martins Sarmento decidiu restaurar a capela, que viria a ser declarada monumento nacional em 16 de Junho de 1910, em simultâneo com os vizinhos: castelo de guimarães e Paço dos Duques de Bragança, formando um complexo de grande importância, não só histórica como também arquitectónica.

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Muralhas de Guimarães

Representam vestígios das muralhas que envolviam a urbe vimaranense nos reinados de D. Dinis e D. João I, nos séculos XIV e XV. Alguns historiadores remetem as origens destas muralhas para o século X.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Mumadona Dias

Foi a mulher mais rica do seu tempo e também a mais obstinada e generosa. Tia do rei Ramiro II de Leão, a condessa Mumadona Dias, enviuvou do cone Hermenegildo Gonçalves e assumuo o governo do Condado Portucalense, onde viviam. Hoje, figura nos anais da história de Guimarães e, na praça com o seu nome, uma escultura, feita por Álvaro de Brée e oferecida por António de Oliveira Salazar em 1960.

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Castelo de Guimarães

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Em tempos remotos, quando o nome de Portugal não aparecera ainda no quadro onomástico das nações ibéricas e o século X pouco avançara no seu segundo quartel, uma dama galega, a Condessa Mumadona Didaz — que se julga pertencer à família real de Leão — tendo perdido o marido, D. Ermegildo Gonçalves, conde de Tui, atravessou o Minho com o intuito de fundar na sua herdade de Vimaranes, um mosteiro onde acabasse santamente a vida.

Prestes a ser demolido em 1836, o povo português fez-se ouvir, pois afinal este foi o lugar onde nasceu Portugal, foi este o lugar que inúmeras vezes, foi salvo dos inimigos e onde foram festejadas inúmeras vitórias.
O nosso castelo apresenta a forma de um escudo e é suportado por pedras de granito, que aliás fazem parte da paisagem natural da cidade.

Roteiro Artístico

É a nível artístico que a cidade de Guimarães mais se destaca. Desde castelos, igrejas, caminhos e ruas esta cidade está marcada pela beleza e pormenor da história que envolve Guimarães. Foi com grande entusiasmo que decidimos que a arte nesta cidade deveria ser divulgada, aos nossos olhos. Nesta parte do nosso projecto pretendemos maravilhar todos os visitantes com fotos e informações sobre cada pormenor de cada monumento da cidade e desvendar a história que muitos não conhecem.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

As Gualterianas

Conta-nos a tradição que S. Francisco pediu a S. Gualter, um dos seus discípulos, para ir pregar a Fé Cristã para Guimarães. Diz-se também, que só depois de morto o santo realizou milgares. É em honra deste santo que, todos os anos, no primeiro fim-de-semana de Agosto, se repetem as festas Gualterianas. Caracterizada por muita animação e iluminação, quem vier à cidade durante esta festa pode esperar divertimento, simpatia, muita música e comeres. Bem como um ritual religioso, a procissão em honra de S. Gualter que percorrerá as ruas da cidade no domingo dia 1 de Agosto. Antes do cortejo religioso, a imagem do santo será transportada do lugar da Fonte Santa, em Urgezes, até à igreja dos Santos Passos. À noite, realiza-se a tradicional tourada no Parque das Hortas.
O que não falta nestas festas é a marcha gualteriana que se realiza ano após ano, com carros alegóricos que arrancam gargalhadas à população que se junta no centro da cidade para a ver passar.

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As Nicolinas

Free Image Hosting at" Não se sabe de onde vemo primeiro toque de tambor, mas os que se seguem vêm de todo o lado. dir-se-ia que a popluçaão inteira saiu à rua para tocar. O ritmo é cadenciado e ensurdecedor. Está dado o início das Festas Nicolinas"


Realizam-se entre os dias 29 de Novembro a 7 de Dezembro e são organizadas por um grupo, constituído por 10 estudantes que constituema a Comissão de Festas. Durante três meses organizam-se os peditórios que irão sustentar a festa, os encontros diários (ou semanais) para a toma de decisões, ensaios das danças, treinos para pregoeiro e reuniões com os "Velhos Nicolinos". Não podemos esquecer que esta comissão é formanda por rapazes entre os 16 e os 20 anos e é necessário conciliar tudo isto com os estudos e as aulas.
Esta festa é composta por seis números: "O Pinheiro" é o primeiro e o mais participado realiza-se no dia 29 de Novembro e consiste no corte e transporte da árvore mais alta da região. O tronco é transportado e colocado no meio da cidade. Á volta e de todo o lado, chegam vimaranenses (estudantes ou não) tocando em caixas e bombos. A 4 de Dezembro é altura das "Posses e Magustos" nesta altura os nicolinos podem aos populares algo para comer, emquanto emitem uns dizeres em verso. No final juntam as oferendas na praça para partilhar com a cidade, num enorme magusto iluminado pela luz e calor de uma fogueira. No dia seguinte é a vez do "Pregão" com a exaltação de Guimarães, o elogio do Santo, referências à mitologia clássica e à actualidade, não esquecendo as mulheres e o amor. "As Roubalheiras" realizam-se num dia desconhecido e tem como objectivofuros simulados que são expostos na manhã seguinte no Largo do Toural. As"Maçãzinhas" realizadas a 6 de Dezembroé um dia dedicado exclusivamente ao namoro à moda antiga. Elas cosem camélias brancas em capas, que colocam nas varandas para melhor serem identificadas. À noite, os rapazes chegam com compridas lançase, em troca de pequenas maçãs recebem uma prenda. No fim a lança passa a pertencer àquela que ganhou o seu coração. Os números acabam nesse dia com as "Danças de S. Nicolau.
As festas encerram a 7 de Dezembro onde os estudantes se despedem com um "Baile Nicolino" onde rapazes e raparigas se encontram vestidos a rigor.


Alguns videos que mostram a intensidade que se vive durante as Festas Nicolinas:
http://youtube.com/watch?v=YDD3ItIJzrU

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Tortas de Guimarães

Ao falar em restaurantes e gastronomia vimaranense não podíamos deixar de referiros famosos das irmãs Costinhas. Primeiro confecionados dentro dos claustros do Convento de Santa Clara, no centro histórico de Guimarães. Depois quando o mosteiro teve de ser abandonado devido à extinção das ordens religiosas, o segredo continuou o ser percurso silencioso pela cozinha da casa laica na rua de Santa Maria, ali mesmo ao lado, para onde as irmãs se mudaram. Exímias doceiras, foram aprimorando as famosas, e deliciosas tortas de Guimarães. Os anos foram passando e o segredo foi passado a quem se mostrou recebedor:às sobrinhas Elvira Ribeiro e a sua irmã. É assim que chega aos nossos dias a secreta formúla de fabrico: inscrita nos movimentos precisos das mãos que sabem pesar a quantidade certa de farinha, sem necessitar de balança, nos olhos atentos, que conhecem o ponto em que a massa atinge a perfeição e a quantidade de abóbora-argila que é necessário acescrentar.
Elvira Ribeiro tem 85 anos e está, Há amis de 30 anos à frente da casa das Costinhas, a maior especialista em tortas de Guimarães.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Restaurantes

Em Guimarães são muitos os locais onde podemos apreciar a gastronomia regional. Na nossa cidade não só sãos conhecidos os restaurantes mas mais que isso as tascas locais. São exemplos desta gastronomia:
· Adega dos caquinhos
· Nora do Zé da Curva
· Rata
· Quim Conas
· Neca Magalhães
· Pára Aqui
· A Muralha
· Migas de Pão
· Oriental
· Cuchiaio D´oro
· Florêncio
· Tasquinha
· Picollo Mondo
· Pinguim
· O Castelo

Hotelaria na nossa cidade

Se desejar passar a noite na cidade, eis onde pode alojar-se:

Para mais detalhes, vá a:
http://www.cm-guimaraes.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=1276 ou http://www.booking.com/searchresults.html?aid=304085;label=guimaraes-o6VmYIXnp5KwM03heSB9HQS1034490861;sid=6e6c3328387b855017fc096d69205b9e;city=-2167026

Laser/Divertimento

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Bares

Dando inicio à exploração da noite em Guimarães, sugerimos os seguintes bares:

  • No centro histórico: Momentos Bar, Túnel, Secos, Tás Quilhado, El Rock, Utopia, Cara e Coroa
  • Na periferia: Kopos, Fortaleza, Elvis, O Nicolino, Cineasta, Cuba Livre, Black Orange, Idade Média, Dom Quixote, Noite e Bó.

Bem como algumas discotecas:

  • Trás Trás, Património, Custos, La Mabida Beach.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Roteiro Nocturno

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Nesta parte do nosso trabalho, vamos apresentar informações indispensáveis que permitam ao turista e não só, descobrir o mundo nocturno da nossa cidade. A cidade de Guimarães, possui um grande movimento nocturno essencialmente ao fim de semana, como tal iremos fornecer-vos nomes, horários de funcionamento, links, e muitas mais informações acerca de vários estabelecimentos nocturnos como discotecas, bares (no centro histórico principalmente), etc.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Modalidades: Andebol

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O andebol do alemão handball, é uma modalidade desportiva criada pelo alemão Karl Schelenz, em 1919. Na nossa cidade, o andebol é um dos desportos de onde saem jogadores com elevada qualidade de jogo. Jogadores de andebol, por exemplo: de Fermentões ou da escola secundária Francisco de holanda.

Modalidades: Rugby

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A cooperativa "Tempo Livre" criou um projecto para desenvolver uma escolinha de rugby na cidade. O local onde se realizam as sessões de treinos é na Pista de Atletismo Gémeos Castro. Parece já ser um desporto onde os atletas com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos prometem vingar e realçar-se perante todo o país.

Modalidades: Karaté

Karate-dô (caminho da mão vazia) ou simplesmente karaté em Portugal é uma forma de budo (caminho marcial); uma arte marcial originária de Okinawa, foi introduzida nas principais ilhas do arquipélago japonês em 1922. O Karaté enfatiza as técnicas de percussão atemi waza (defesas, socos e pontapés) ao invés das técnicas de projecções e imobilizações. O treino de karaté pode ser dividido em três partes principais: Kihon, Kata e Kumite.
  • Kihon (基本 - fundamentos) é o estudo dos movimentos básicos.
  • Kata (型 - forma, padrão) é uma espécie de luta contra um inimigo imaginário expressa em sequências fixas de movimentos.
  • Kumite (組手 - encontro de mãos) é a luta propriamente dita. Em sua forma mais básica é combinada (com movimentos pré-determinados) entre os lutadores para, posteriormente, alcançar o jyu kumite (combate livre ou sem regras). A forma desportiva, ou combate com regras, é conhecida como Shiai-kumite.

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Fig. Equipa de karaté do Vitória Sport Club

http://www.fnkp.pt/home/

Modalidades: Judo

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Fig. Equipa de judo do Vitória de Guimarães.
O Judo teve uma grande aceitação em todo o mundo, pois Kano conseguiu reunir a essência do jujutsu, arte marcial praticada pelos bushi (ou cavaleiros durante o período Kamakura), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica. O Judo foi considerado desporto oficial no Japão nos finais do século XIX .A vestimenta utilizada nessa modalidade é o keikogi (não confundir com kimono), que no judo recebe o nome de judogi, e que com o cinturão forma o equipamento necessário à sua prática. O judogi pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em encontros importantes.Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o judo se tornou um dos desportos mais praticados

Modalidades: Kickboxing

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Fig. Bertinho e Zenga
Kickboxing é um desporto de combate recorrendo aos punhos e às pernas. O kickboxing é um desporto que tem origem no full contact. No full contact os pugilistas masculinos combatem em tronco nú, descalços e usam calções de boxe. As pugilistas femininas por vezes usam um top e calções. O kickboxing tem um estilo muito independente, mas sendo as regras iguais a outras artes marciais podem haver competições entre elas. Tipicamente o kickboxing em comparação a outras competições é um desporto um pouco parado não permitindo a continuação do combate uma vez que o adversário cai ao chão.

Modalidades: Pólo Aquático

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O pólo aquático é um desporto colectivo, semelhante no princípio básico do andebol. As equipes devem tentar colocar a bola dentro da baliza adversária, defendida pelo guarda-redes, mas é praticado dentro de uma piscina. O jogo foi oficialmente inventado no fim do século XIX, embora existam desportos ancestrais ao pólo aquático praticados desde o início do século XVIII. Era conhecido como o râguebi aquático e junto ao futebol, foram os primeiros desportos colectivos oficiais das olimpíadas dos tempos modernos. Cada equipa é formada por sete jogadores (incluindo o guarda-redes) e seis suplentes e o campo de jogo é um piscina de, no mínimo 20 e no máximo 30 metros de comprimento. As duas regras básicas oficiais são: a bola não pode ser segurada com as duas mãos juntas por qualquer jogador com excepção do guarda-redes e a bola não pode ser afundada por qualquer jogador.

Modalidades: Natação

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http://www.fpnatacao.pt/

A natação desportiva se insere dentre os desportos aquáticos. O objectivo de uma competição de natação é determinar qual o nadador mais rápido. Existem muitos regulamentos acerca das competições da natação. A regra básica separa o modo pelo qual o atleta ganha impulso na água em quatro estilos diferentes:


  • Crawl - em competições oficiais tem o nome de "Nado Livre", (freestyle) podendo este tipo de modalidade ser competida com qualquer nado. Como o crawl é o estilo potencialmente mais rápido, é geralmente a escolha dos nadadores.
  • Costas
  • Bruços/Peito
  • Borboleta/Mariposa (ou golfinho);
  • Medley - os quatros estilos de nado em sequência.



Modalidades: Ciclismo

Ciclismo é um desporto de corrida de bicicleta cujo objectivo dos participantes é chegar primeiro a uma determinada meta ou cumprir um determinado percurso no menor tempo possível. Esta em expansão em Guimarães.

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Modalidades: Basquetebol

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http://www.fpb.pt/
Tem vindo a cativar cada vez mais amantes esta modalidade em Guimarães. Conta já com um número assinalável de jovens a praticar esta modalidade, conseguindo já ceder vários atletas para as selecções Nacionais. Aos poucos as pessoas vão-se chegando a esta nova modalidade e a curto prazo Guimarães será um ponto de referência do basquetebol.

Modalidades: VoleiBol

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É uma modalidade que tem recebido especial destaque e uma grande adesão na Cidade-Berço. No contexto actual figura como a modalidade mais requisitada logo a seguir ao futebol. É no voléibol que muitas raparigas da cidade tentam a sua sorte.

Modalidades: Futsal

O futebol de salão e o Futsal são, na verdade, duas versões de uma mesma modalidade de desporto que é o futebol, pois há o Futsal eu se originou do futebol de salão, sendo o primeiro mais semelhante ao futebol de campo numa área menor e piso duro e o segundo é bem similar ao primeiro, apenas diferem as regras. Apesar dessas diferenças as equipas possuem como principal objectivo colocar a bola na baliza adversária. Na cidade de Guimarães, a classe feminina realça-se, prometendo evoluir cada vez mais e ganhar prestigio.

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Modalidades: Futebol

Informação Geral acerca do Clube da Cidade
Nome:V. Guimarães
Associação:AF Braga
Ano de Fundação:1922
Presidente:Emílio Macedo da Silva
Morada: Complexo Desportivo António Pimenta Machado 4810-914 GUIMARÃES
Marca Equipamento: Lacatoni
Patrocínio: Açoreana, Cafés Tenco e Famo
Palmarés: Supertaça: 1Supertaça: 1Rankings
UEFA: 136 [2007/08]
Equipa Tecnica: Treinador (Manuel Cajuda), Treinador adjunto (Nascimento) e Treinador do Guard- Redes (Neno)

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Outros Clubes na cidade

Serzedelo
Ponte
Polvoreira
Grupo Desportivo de Lagos
Atlético Clube de Gonça
Atlético Clube de Guimarães
Basket Clube de Guimarães
Brito Sport Clube
Clube Caçadores das Taipas
Desportivo Francisco de Holanda
Grupo Desportivo de Longos
Grupo Desportivo Recreativo Cultural “Os Sandinenses”
Clube Desportivo de Ponte
Grupo Desportivo Recreativo "Os Amigos de Urgeses"
Grupo Desportivo União Torcatense

O Símbolo

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Na década de 20 após o ano de 1926 registou-se um facto muito importante na vida e na história Vitoriana. O capitão Mário Cardoso, que foi, durante décadas presidente da sociedade Martins Sarmento, desenhou o emblema oficial do clube. Emblema esse que foi único e que se mantém até aos dias de hoje, inspirado na estátua do Rei conquistador D. Afonso Henriques. Na altura um simples desenho para uma associação desportiva, hoje um símbolo inspirador, o símbolo que rege as leis de um povo, o modo de vida de uma cidade.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Complexo Desportivo

O Vitória Sport Clube foi o 1º clube português a criar um Complexo Desportivo. No Complexo há um Pavilhão Gimnodesportivo, 5 campos, 4 relvados e um sintético. Há ainda um outro mini-campo sintético. E é neles, onde para além da equipa profissional, centenas de jovens da formação vitoriana treinam e jogam diariamente.
Morada: Complexo DesportivoDr. António Pimenta MachadoApartado 5054802-914 GUIMARÃES
Contactos:
Complexo Desportivo - Telefone: 253 432 570/1/2. Fax: 253 432 573.
e-mail: geral@vitoriasc.pt
Estádio D. Afonso Henriques
Telefone: 253 520 930Fax: 253 520 939e-mails: info@vitoriasc.pt

Uma visita ao Estádio

Lugares visitáveis:
SALA DE CONFERÊNCIA DE IMPRENSA; TRIBUNA DE IMPRENSA; ÁREA VIP; CAMAROTES EMPRESA; CAMAROTE PRESIDENCIAL; BALNEÁRIOS; TÚNEL DE ACESSO AO RELVADO
Todos os pedidos de visitas terão que ser enviados por fax para os serviços centrais:
253 432 573, para apreciação e calendarização.
Para pagamento das despesas inerentes às visitas, segue-se ao seguinte aviso de preços:
CRIANÇA
ATÉ AOS 9 ANOS - 1€
10 AOS 17 ANOS - 1.5€
ADULTO - 3€
PRÉ – PRIMÁRIO - 1€
PRIMÁRIA - 1€
2º e 3º CICLO - 1.5€
SECUNDÁRIO - 1.5€
UNIVERSITÁRIO - 2€

Estádio D.Afonso Henriques

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Fig. Locais onde o estádio do V. Guimarães já se situou.
A história da construção dos vários recintos desportivos do Clube remonta a 27 de Janeiro de 1924, com a inauguração de um campo de jogos que viria a designar-se “Campo José Minotes”.Pouco mais de um ano depois, em 7 de Junho de 1925, o Vitória dava novo passo na evolução das suas instalações desportivas, inaugurando o “Campo da perdiz”, situado próximo do Lugar da Atouguia. Em 1932, novo avanço: no dia 24 de Janeiro foi inaugurado o “Campo do Benlhevai” que se estendia ao longo do que é hoje a Alameda Alfredo Pimenta.
“ Em 1945 o campo de jogos transfere-se um pouco mais para cima, obrigando à travessia da ponte de Santa Luzia … Foi para a Amorosa”
“ Vinte anos depois, em 3 de Janeiro de 1965, o Vitória Inaugurava, o Estádio Municipal de Guimarães ”
“Em 1991 o Estádio foi objecto de profundas obras de remodelação com o objectivo de acolher o Mundial sub 21”
“Em 2002 assiste-se à renovação do Estádio D. Afonso Henriques e à entrada da cidade na rota dos palcos do Campeonato Europeu de Futebol 2004.”
“ Em 25 de Julho de 2003 assiste-se à cerimónia inaugural do remodelado estádio, momento em que a Câmara Municipal de Guimarães fez a entrega da obra ao Vitória Sport Clube ”: O Estádio D. Afonso Henriques.
Para as actividades desportivas, o Estádio D. Afonso Henriques apresenta a nova Bancada Sul Coberta e a beneficiação das restantes bancadas, agora totalmente remodeladas. Os trabalhos iniciaram-se em Março de 2002, cerca de cinco centenas de trabalhadores movimentaram 148.000 m3 de terra, aplicaram 23.000 m3 de betão, 2000800 kg de aço, 202 m3 de pintura, 34.000 m3 de condutas. O resultado foi um estádio moderno, com uma lotação de 30.000 lugares sentados. O Estádio está equipado com balneários de jogadores e árbitros, salas de aquecimento, sala de delegados do jogo, sala de exames médicos e controle anti-dopping.
Para a UEFA foram reservados 5 escritórios, 2 salas de trabalho, 3 salas de reunião, armazém, sala de cerimónias e acreditação. Para a comunicação social foram destacados lugares específicos, uma sala de conferência de imprensa, um parque operacional de TV, estúdios panorâmicos e até uma sala de coordenação para os comentadores de rádio e TV; espaços públicos, 20 postos de restauração e quatro postos de primeiros socorros.

Fundação do Vitória S. C.

O Vitória Sport Clube não nasceu em nenhum ano concreto. Ele constituiu, apenas, um dos muitos grupos organizados de futebol que a juventude Vimaranense - a juventude privilegiada - fundou para ocupar os seus tempos de lazer. O ano de 1922, consagrado na história do clube como o ano da fundação, representa, quando muito, o ano da constituição da primeira Direcção e da sua filiação na Associação de Futebol de Braga, exactamente no primeiro ano de funcionamento daquela entidade que iria dirigir o futebol no Distrito. Parece claro que desde 1918, já um grupo de jovens estudantes tinha constituído um grupo de futebol a quem denominara de Vitória Sport Clube. Grupo informal, não filiado, que jogava no Campo da Atouguia (no parque de estacionamento do actual cemitério municipal) com outros grupos de jovens que representavam o Liceu de Guimarães ou a Escola Académica. A referência mais antiga ao Vitória é contada na edição do "Norte Desportivo", onde um seu colaborador Vimaranense, Francisco Salgado a recorda nestes termos: "Numa tarde do mês de Julho de 1918, depois do regresso do Liceu, onde tinham acabado uma partida com outros estudantes, reuniram-se em casa do António Pires, ali na Rua de Vila Verde, o Alberto Carlos Abreu e o António Antunes de Castro. Comentou-se largamente o jogo e, por fim, a conversa estendeu-se à fundação de um clube por proposta de Alberto Abreu. A ideia foi aceite e, imediatamente, se pensou no nome do novo clube. Existia já nessa ocasião o Vitória de Setúbal que nesse ano se encontrava em grande forma e, por conseguinte, o nome foi resolvido ser o mesmo com a modificação nas finais: Vitória Sport Clube. Foi formada a primeira Direcção: Alberto Abreu, António Pires, António Antunes de Castro, José de Oliveira Pires e Eduardo Oliveira Gomes. A sede foi instalada na própria casa do Pires. O primeiro jogo realizado foi contra o Académico do Liceu, tendo ganho o Vitória por 2-1 (…)" Era porém, apenas um grupo informal que poderia ter desaparecido logo a seguir, como desapareceram outros. Em Julho de 1922, o quinzenário "Pro Vimarane" lança um apelo à formação organizada de um clube desportivo, o que é claro sinal da sua inexistência. A imprensa Vimaranense noticia, porém, nessa data vários jogos onde intervêm grupos Vimaranenses - o Vitória, o Académico e outros - mas sem sustentação organizativa.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Roteiro Desportivo

No desporto Guimarães está dotada das melhores estruturas para a prática das mais diversas modalidades, graças a um conjunto de instalações que têm como referência principal o Pavilhão Multiusos, as Piscinas Municipais e as pistas de atletismo de alta competição “Gémeos Castro”.O Estádio D. Afonso Henriques, na sua versão actual, acompanhou essa evolução de equipamentos desportivos, cotando-se hoje como um dos mais bem dimensionados e atraentes do País

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http://www.vitoriasc.pt/

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http://tempolivre.pt/pub/index.aspx?view=instalacoes&cat=7&subview=noticias