O Paço dos Duques de Bragança foi construído no século XV em Guimarães, por D. Afonso, 1º duque de Bragança e o estilo borgunhês deste palácio reflecte os seus gostos, adquiridos nas viagens plea Europa, ainda que o aspecto actual tenha sido recriado durante o estado Novo.O palácio ficou vazio quando a família dos Braganças se mudou para Vila Viçosa (para o paço Ducal de Vila Viçosa). Durante este espaço de tempo, o edificio foi pilhado e perdeun gradualmente a forma original que permanece desconhecida. Em 1933, sob o governo de salazar, foi transformado em residência oficial do presidente, depois da sua controversa recuperação. Algumas salas no seu interior compõem um museu, onde se podem destacar belos tapetes persas, tapeçarias flamengas (sobre as conquistas do norte de África) e pinturas, tais como o impressionante Cordeiro Pascal de Josefa de Óbidos ou o tetrato de Catarina de Bragança. Prestando a habitual homenagem às proezas marítimas dos portugueses , o tecto da sala de banquetes imita o casco virado de uma caravela.
domingo, 13 de abril de 2008
Paço dos Duques de Bragança
O Paço dos Duques de Bragança foi construído no século XV em Guimarães, por D. Afonso, 1º duque de Bragança e o estilo borgunhês deste palácio reflecte os seus gostos, adquiridos nas viagens plea Europa, ainda que o aspecto actual tenha sido recriado durante o estado Novo.O palácio ficou vazio quando a família dos Braganças se mudou para Vila Viçosa (para o paço Ducal de Vila Viçosa). Durante este espaço de tempo, o edificio foi pilhado e perdeun gradualmente a forma original que permanece desconhecida. Em 1933, sob o governo de salazar, foi transformado em residência oficial do presidente, depois da sua controversa recuperação. Algumas salas no seu interior compõem um museu, onde se podem destacar belos tapetes persas, tapeçarias flamengas (sobre as conquistas do norte de África) e pinturas, tais como o impressionante Cordeiro Pascal de Josefa de Óbidos ou o tetrato de Catarina de Bragança. Prestando a habitual homenagem às proezas marítimas dos portugueses , o tecto da sala de banquetes imita o casco virado de uma caravela.
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