Edificado no século XVIII, por ordem do fidalgo vimaranense Tadeu Luís António Lopes de Carvalho de Fonseca e Camões, acabou por ser comprado pelos Condes de Arrochela. Sendo passado à Câmara Municipal que ali instalou, inicialmente, o Pólo de Guimarães da Universidade do Minho e, numa segunda fase, a Academia de música, uma oficina de teatro, um organismo universitário, salas de formação profissional... Apenas se mantiveram intactos os jardins de buxo, que se desenvolvem em socalcos junto à fachada norte do palácio.
Nos dias de hoje, tem-se procurado explorar todo o tipo de ofertas culturais, investindo numa forte componente educativa, virada sobretudo para os mais novos. Para completar a oferta do Centro Cultural foi construído, junto do edifício setecentista, um novo espaço onde se procurou uma fusão harmoniosa de estilos. Existem agora, à disposição dos interessados, dois auditórios com 800 e 200 lugares, salas de reuniões, área expositiva, restaurante, café... dotado com equipamentos de tecnologia de ponta, o Centro disponibiliza serviços diversos que abrangem todas as áreas do audiovisual.
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